Doenças de origem hídrica fazem seis mortos e afligem 20 mil pessoas em Maputo

A cidade de Maputo enfrenta um cenário preocupante de saúde pública, com seis mortes e mais de 20 mil pessoas afetadas por doenças de origem hídrica desde o início da presente época chuvosa. As autoridades de saúde municipais alertam para a gravidade da situação e apelam à prevenção.

Os dados revelados pelas autoridades sanitárias indicam que, entre os casos registados, mais de quatro mil são de malária. A diarreia também preocupa, com cerca de cinco mil casos reportados. Adicionalmente, foi confirmado um caso positivo de cólera, doença que exige atenção redobrada devido ao seu potencial de rápida disseminação.

Perante este panorama, o Presidente do Conselho Municipal de Maputo, Rasaque Manhique, sublinhou a necessidade imperativa de uma educação contínua da comunidade. Manhique, citado pela Rádio Moçambique, defendeu que a adoção de práticas adequadas de higiene e saneamento é fundamental para conter a propagação destas enfermidades.
O apelo de Manhique foi feito durante o Fórum Municipal de Doenças de Origem Hídrica, um evento que teve como objetivo principal promover o acesso equitativo e resiliente aos serviços de saúde na capital. A iniciativa reforça o compromisso em melhorar as condições sanitárias e a saúde dos munícipes, especialmente em períodos de maior vulnerabilidade como a época chuvosa.



