LAM distancia-se dos casos de alegada corrupção de antigos dirigentes e diz que a reestruturação decorre com normalidade

As Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) demarcaram-se publicamente dos processos judiciais instaurados por alegadas suspeitas de corrupção que envolvem antigos gestores da companhia, garantindo que o seu actual processo de reestruturação decorre com total normalidade.

Contexto das Investigações e Posição da LAM
A posição da transportadora aérea nacional surge na sequência da detenção, na passada quinta-feira, do antigo director-geral da empresa, Pó Jorge, e de mais três ex-gestores, no âmbito de investigações sobre irregularidades financeiras. Através de um comunicado oficial, a LAM fez questão de esclarecer a sua relação com estes desenvolvimentos.

No documento, a empresa sublinha que está a acompanhar com a devida atenção a evolução dos processos actualmente em investigação pelo Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC). A LAM assegura que tem colaborado, e continuará a colaborar, no que lhe compete, com as autoridades competentes para o apuramento dos factos.
Reestruturação e Operação Normalizada
Um ponto crucial destacado pela LAM é que o objecto da investigação se reporta a períodos anteriores à sua actual fase de reestruturação. A companhia garante que esta fase vital para o seu futuro está a decorrer com normalidade, em estrita conformidade com os planos e os prazos adoptados.
Apesar do mediatismo gerado pelos processos em curso, a LAM reforça que a sua operação se mantém estável e a funcionar normalmente. A empresa reafirma o seu compromisso em assegurar a continuidade dos seus serviços com a habitual normalidade, segurança e dedicação para com os seus passageiros e parceiros. Esta postura visa tranquilizar o mercado e os seus clientes sobre a solidez e a operacionalidade da companhia face aos desafios.
