Ministro da Justiça lança primeira pedra para construção da Cadeia Distrital do Dondo – MIRAMAR

O Ministro da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos de Moçambique lançou a primeira pedra para a construção da nova Cadeia Distrital do Dondo, na província de Sofala, um marco importante para a modernização das infraestruturas prisionais do país e para a melhoria do sistema de justiça.

Um Passo para a Modernização Prisional
Este projecto de construção é visto como uma resposta directa do Governo de Moçambique aos desafios persistentes de superlotação e condições precárias nas actuais cadeias. A iniciativa visa criar um ambiente mais digno e humano para os reclusos, facilitando os processos de reabilitação e reintegração social. A nova infraestrutura será dotada de instalações modernas, capazes de acomodar um número adequado de detidos, aliviando a pressão sobre as unidades prisionais já existentes na província.

Impacto no Distrito do Dondo e na Comunidade
Para o distrito do Dondo, a construção desta cadeia não representa apenas uma melhoria na administração da justiça, mas também um impulso ao desenvolvimento local. A expectativa é que o projecto gere empregos, tanto na fase de construção como na operação futura da instalação, beneficiando a comunidade. As autoridades locais destacam a importância da obra para a manutenção da ordem pública e para a garantia de um sistema judicial mais eficiente e justo, respeitando os direitos fundamentais dos cidadãos.
Compromisso com a Reforma da Justiça
A cerimónia de lançamento da primeira pedra contou com a presença de diversas figuras governamentais e representantes da sociedade civil, que reforçaram o compromisso do executivo moçambicano com a reforma do sector da justiça. A modernização das infraestruturas prisionais é um dos pilares dessa reforma, que busca alinhar o sistema judicial do país com os padrões internacionais de direitos humanos e garantir uma justiça mais célere e equitativa para todos os moçambicanos. A conclusão da obra é aguardada com grande expectativa pela população e pelas instituições de direito.



