INAS e Mídia Unem Forças Contra Desinformação Social

A Diretora do Instituto Nacional de Acção Social (INAS), Maria da Glória Siaca, sublinhou a necessidade de uma colaboração reforçada entre os órgãos de comunicação social e o setor da Acção Social para combater a desinformação sobre os programas de assistência social em Moçambique.
A declaração foi feita durante a abertura oficial de um workshop de capacitação de jornalistas, promovido pelo Ministério do Trabalho, Género e Acção Social. O evento, com duração de três dias, decorre na localidade turística da Ponta D’Ouro, no distrito de Matutuine, província de Maputo, e visa dotar os profissionais da comunicação com conhecimentos aprofundados sobre as políticas e iniciativas do INAS.
A Missão do INAS e a Importância da Comunicação
Maria da Glória Siaca reiterou que o INAS tem como missão primordial prestar assistência social a indivíduos e grupos em situação de pobreza e vulnerabilidade em todo o território nacional. Estes são cidadãos que se encontram impossibilitados de satisfazer as suas necessidades básicas por meios próprios. Reconhecendo o papel crucial da comunicação social na disseminação de informações, a instituição promoveu esta capacitação para que os jornalistas compreendam melhor as políticas e programas implementados.
Entre os vários temas em debate, a formação aborda matérias como políticas de assistência social, legislação sobre proteção social, direitos das pessoas com deficiência, proteção da criança, combate à violência baseada no género, mecanismos de denúncia, gestão de dados e os programas específicos de assistência social.
Jornalistas como Agentes de Mudança
A diretora do INAS enfatizou que a iniciativa busca fortalecer as sinergias entre os profissionais da comunicação social e o setor. O objetivo é potenciar os jornalistas como agentes de mudança e formadores de opinião pública, promovendo uma proteção social eficaz e transparente. Maria da Glória Siaca apelou igualmente aos jornalistas para que combatam a disseminação de conteúdos falsos, que, segundo ela, “manipulam a opinião pública, afetam a confiança institucional e polarizam a sociedade”.
A expectativa é que os participantes saiam da capacitação com conhecimentos sólidos sobre os critérios de elegibilidade, o funcionamento e o ciclo de intervenção dos programas de assistência social, contribuindo assim para uma informação mais rigorosa e um maior impacto social.
