Justiça

Justiça sul-africana adia para Abril julgamento de moçambicano acusado de matar DJ Warras

O julgamento do moçambicano Armindo Pacula, acusado do assassinato do famoso DJ sul-africano Warras, foi novamente adiado pela Justiça da África do Sul. A decisão, tomada no Tribunal de Primeira Instância de Joanesburgo, move o caso para o próximo mês de Abril.

O Ministério Público sul-africano solicitou o adiamento para ganhar mais tempo na conclusão de diligências investigativas cruciais. Entre elas, destacam-se a análise de imagens de vídeo, a elaboração do relatório balístico e a verificação da comunicação telefónica entre os suspeitos, elementos considerados essenciais para o desenrolar do processo.

Acusados e as Implicações Legais

Armindo Pacula e o co-acusado sul-africano Victor Majola compareceram perante o juiz em Joanesburgo. Ambos enfrentam acusações graves de homicídio e conspiração para cometer homicídio, num caso que tem gerado grande atenção pública e mediática.

Pedido de Pacula e Preocupações com a Segurança

Durante uma audiência anterior, Pacula, de 25 anos, expressou a intenção de assumir a culpa pelo crime. No entanto, o jovem moçambicano manifestou receio pela sua segurança, solicitando a transferência do Centro Correcional de Joanesburgo, conhecido como Sun City, para o Centro Correcional Modderbee, em Benoni, por temer pela sua vida.

Armindo Pacula foi detido a 30 de Janeiro do ano passado, na área informal de Marathon, em Primrose, na região de East Rand. A operação foi conduzida por uma unidade de investigação da província de Gauteng, na África do Sul.

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