Mulher descobre que o “marido da noite” é o próprio filho

Uma história com contornos dramáticos emerge do interior de Moçambique, onde uma mãe, residente em Massinga, província de Inhambane, afirma ter desvendado um mistério que a atormentava há anos: o “homem da noite” que perturbava a sua vida seria, na verdade, o seu próprio filho de 15 anos.

Os Anos de Luta e o Colapso Familiar
A mulher relata uma batalha prolongada contra fenómenos que descreve como a presença de um “homem da noite”, uma entidade que, segundo a crença popular moçambicana, assedia as pessoas durante o sono. Esta luta coincidiu com um período de estagnação profunda na sua vida pessoal e profissional. Apesar de ser licenciada, a progenitora não conseguiu defender a sua tese, e um emprego promissor durou apenas um ano. No seu matrimónio, a intimidade desvaneceu-se, com o marido a manter um distanciamento físico desde o início da união.

Comportamento Suspeito do Adolescente
A desconfiança da mãe em relação ao filho intensificou-se ao observar o seu comportamento diário. Segundo o seu testemunho, o jovem demonstra sinais de instabilidade notória, especialmente quando confrontado com práticas religiosas ou repreensões. Ele evita os espaços comuns, preferindo trancar-se no quarto ou passar tempo na rua.
A mãe afirma que, sempre que o repreende ou castiga, é atormentada por pesadelos severos na noite seguinte. Além disso, relata ter acordado várias vezes durante a madrugada para encontrar o filho em atitude confrontadora e silenciosa pelos corredores da casa, uma situação que agrava o seu receio.
A Revelação Chocante
O ponto de viragem ocorreu quando a mulher recorreu a métodos de medicina tradicional e orações intensas. Num episódio que descreve como um sonho lúcido, a mãe confrontou a entidade que a perseguia, e para seu choque, reconheceu o rosto do próprio filho. No sonho, o adolescente teria implorado para que as orações cessassem, alegando que estas o estavam a ferir.
Atualmente, o caso permanece um mistério profundo, com a barreira entre a percepção espiritual da mãe e a realidade psicológica do filho a criar uma tensão constante no lar. O jovem continua a negar qualquer envolvimento e evita o diálogo com a progenitora sobre o seu comportamento arredio, deixando a família num impasse perturbador.



