Matéria que mostra pastor lambendo bundas das crentes para terem marido é verdadeira

Uma notícia chocante sobre um pastor africano que alegadamente realizava rituais incomuns, incluindo atos de natureza sexual, para ajudar mulheres da sua congregação a encontrar maridos, continua a alimentar discussões acaloradas no espaço lusófono. A veracidade desta história, que gerou controvérsia e ceticismo, foi reafirmada por quem a divulgou inicialmente, apesar das dúvidas.

A Origem da Polémica e a Busca pela Verdade
A reportagem, que começou a circular em inglês antes de chegar aos países de língua portuguesa, detalha como um pastor supostamente levava as suas seguidoras a participar em cerimónias bizarras, prometendo-lhes sucesso no amor. Muitos leitores questionaram a autenticidade dos factos, acreditando que poderia ser uma invenção para gerar cliques. No entanto, o utilizador que inicialmente publicou a denúncia, identificado como Mkocma, assegurou que as práticas abusivas atribuídas ao líder religioso realmente aconteceram.

A desconfiança aumentou quando o vídeo que acompanhava a denúncia desapareceu das plataformas online. A página que divulgou o caso explicou que o conteúdo foi removido pelo YouTube, citando violação de direitos autorais e denúncias de utilizadores. Contudo, quem teve acesso às primeiras publicações afirma ter visto imagens adicionais que mostravam fiéis ao lado do pastor, a participar nos rituais que ele apresentava como tendo finalidade espiritual e matrimonial.
Detalhes Ausentes e Pistas Internacionais
A falta de informações cruciais, como o nome da denominação religiosa, a localização exata da igreja e a identificação completa do pastor, contribuiu para o ceticismo público. Apesar disso, investigações de fontes internacionais sugerem que o grupo evangélico estaria sediado na Nigéria ou na África do Sul, informação que já circulava em páginas africanas muito antes de o caso se tornar viral. Sites como OnlineNigeria e This Is Africa foram citados como tendo reportado incidentes similares.
A autora da matéria original observa que, mesmo perante as evidências apresentadas, muitos se recusam a acreditar devido ao teor chocante dos rituais. Ela argumenta que a fé pode, por vezes, tornar os fiéis vulneráveis a práticas abusivas, como terá acontecido com as mulheres que foram levadas a uma praia para participar nessas cerimónias controversas.
A Persistência da História Apesar da Censura
Embora a autora não tenha conseguido reencontrar a fonte principal original (identificada como CKN), ela sublinha que diversos sites africanos haviam noticiado o caso anteriormente. Isso, segundo ela, reforça que não se tratava de um boato, mas sim de um episódio real que acabou por ser abafado e removido de várias plataformas digitais.
A imagem que circulou, destaca a autora, não é de conteúdo pornográfico, mas sim um registo do suposto ritual. A intenção não é forçar crenças, mas reafirmar que o caso ocorreu e foi amplamente divulgado antes de ser sujeito a remoção, deixando um rasto de perguntas e reflexões sobre a vulnerabilidade da fé.


