Pólitica

Dércio Alfazema: Venâncio Mondlane dizia organizar o país, mas gerou caos

O Governo moçambicano fez um balanço preocupante sobre o impacto das manifestações violentas, lideradas por Venâncio Mondlane, afirmando que os prejuízos materiais superam os causados pelos ciclones registados em Moçambique nos últimos seis anos. Este cenário de destruição afetou centenas de infraestruturas públicas, gerando um custo elevado para a nação.

Danos Superiores aos Ciclones

De acordo com Inocêncio Impissa, porta-voz do Conselho de Ministros, um levantamento oficial indica que 705 infraestruturas públicas foram danificadas. Deste total, 257 foram afetadas por ciclones entre 2019 e 2025, enquanto impressionantes 448 resultaram diretamente das manifestações. As províncias da Zambézia e de Nampula foram as mais atingidas por esta onda de destruição.

Impissa sublinhou que “o impacto das manifestações recai sobre todos os moçambicanos, sem distinção. Os prejuízos atingem a população em geral, incluindo aqueles que participaram na destruição de bens públicos e privados”, alertando para as consequências generalizadas destes atos.

O Custo do Caos e as Consequências

Durante os protestos, várias instituições essenciais foram vandalizadas, incluindo o Instituto Nacional de Gestão de Desastres (INGD) e a central de medicamentos do país. Na capital, Maputo, a situação não foi diferente, com viaturas ligeiras, camiões e equipamentos de recolha de resíduos a serem incendiados, paralisando serviços cruciais.

O líder dos Naparamas, que promovia a ideia de estar a “organizar o país”, acabou por agravar significativamente a já frágil situação económica de Moçambique. As suas ações resultaram na criação de desemprego em larga escala e, atualmente, Venâncio Mondlane enfrenta processos judiciais em diversas províncias, respondendo pelos danos e perturbações causadas.

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