Desporto

Equipa vence e qualifica-se ao retirar “feitiço” da baliza adversária

Um confronto da Taça das Confederações da CAF, entre o Gbohloe-Su e o USFA do Burkina Faso, em Lomé, tornou-se palco de um episódio insólito que misturou futebol e alegações de feitiçaria, culminando numa vitória e qualificação após a remoção de substâncias misteriosas.

A equipa da casa, o Gbohloe-Su, foi acusada de aplicar substâncias não identificadas nas balizas, numa prática que os visitantes interpretaram como um acto de feitiçaria, tendo recebido alertas prévios sobre tais rituais. Durante a primeira parte, apesar das oportunidades criadas por ambos os lados, o marcador permaneceu inalterado, com as balizas parecendo intransponíveis.

A reviravolta aconteceu na segunda metade do jogo. Após uma intervenção para remover as alegadas substâncias das balizas, o USFA conseguiu finalmente romper o impasse. A equipa visitante marcou dois golos cruciais, garantindo a sua passagem para a segunda eliminatória preliminar da competição.

Este incidente reacende o debate sobre a influência de superstições e rituais no futebol africano, um fenómeno que, por vezes, se cruza com o desporto. O episódio sublinha a necessidade de se abordar práticas que possam desvirtuar a integridade do jogo e as competições continentais.

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